Uma nova tendência das redes sociais tem tirado o sono de pais de alunos de escolas de vários estados brasileiros. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os estudantes cheirando pó de corretor líquido. A prática ocorre até mesmo dentro das salas de aula.
Em redes sociais como Twitter, Tik Tok e Facebook, foram encontrados diversos relatos de estudantes menores de idades narrando problemas nas escolas por causa do ato. Os posts citam expulsões, processos e até a presença de policiais em colégios de estados como São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
Em diversas escolas, comunicados foram publicados alertando sobre as práticas e pedindo que os familiares de alunos fiquem atentos às redes sociais.
Entre os ingredientes mais comuns na composição do corretivo líquido estão substâncias como óxido de titânio, responsável pela cor branca na maioria das tintas, e etanol, que funciona como um solvente, garantindo a secagem rápida do produto.
Segundo médicos, a inalação do produto pode causar danos às mucosas do nariz e agravar quadros de rinite ou sinusite, além de haver risco de intoxicação.
Na cidade de São Paulo, a Escola Estadual Comendador Guilherme Giorgio, na Zona Leste, alertou os pais sobre esses conteúdos que estão sendo publicados no Tik Tok sobre o uso do corretivo.
"Fiquem atentos aos celulares e conteúdos que os filhos têm acesso na internet. Estamos de olho em nossos alunos, caso ocorra dentro de nossa unidade os pais ou responsáveis serão chamados na escola”, declarou a unidade escolar.
Na cidade paranaense de Medianeira, o Colégio Estadual João Manoel Mondrone, onde um dos vídeos que viralizou entre os estudantes foi gravado, a direção da escola também emitiu comunicado dizendo que tomou providências contra os alunos que aparecem na filmagem.
“Um grupo de alunos realiza uma brincadeira de mau gosto simulando, com corretivo seco, um pó. Salientamos que foi um caso isolado e a direção da escola tomou providências imediatas junto aos familiares e autoridades competentes”, disse o documento.
Em nota, o governo do Paraná confirmou que um episódio foi registrado em um colégio estadual do município de Medianeira.
Segundo a administração estadual, "o estudante foi orientado pela direção tanto sobre a atitude inadequada, quanta pela inalação da substância, nociva à saúde".
Outra escola que também registrou esse movimento foi o Colégio Sigma Lages, da cidade de Lages, em Santa Catarina. Nas redes sociais, o colégio afirmou em 18 de março que alguns alunos reproduziram do TikTok o vídeo.
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