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Petrobras anuncia aumento no preço da gasolina e do gás de cozinha


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Gasolina terá uma alta de R$ 0,20 para as distribuidoras, chegando a R$ 3,01.

Foto: Instagram/Divulgação
O gás de cozinha de 13kg subirá para R$ 34,70

A Petrobras anunciou na segunda-feira (8), um aumento nos preços da gasolina e do gás de cozinha para as distribuidoras, válido a partir de terça-feira (9). O diesel não teve reajuste.
O litro da gasolina terá uma alta de R$ 0,20, chegando a R$ 3,01 e o litro do gás de cozinha de 13kg vai subir R$ 3,10, passando a R$ 34,70.
O aumento da gasolina é de 7,11%. O último reajuste da gasolina feito pela Petrobras havia sido em outubro de 2023, com uma redução de R$ 0,12 (para R$ 2,81 o litro).
A petroleira anunciou em maio de 2023 uma mudança em sua política de preços. Desde então, a estatal não segue mais a política de paridade internacional (PPI), que reajustava o preço dos combustíveis com base nas variações do dólar e da cotação do petróleo no exterior.
Segundo a Petrobras, a gasolina teve redução de R$ 0,17 em seus preços de venda para as distribuidoras desde então.
Já o preço do GLP, o gás de cozinha, este não era alterados desde julho de 2023, há mais de um ano. Naquela ocasião, o botijão de 13kg passou a custar R$ 31,66. A alta é de 9,6%.
Apesar das justificativas da Petrobrás, mesmo com a devolução pelo Senado Federal, de parte da MP, a alta dos combustíveis se mantém no Paraná.
No início de junho, quando a Medida Provisória 1227/2024, que tratava da compensação do PIS/Pasep e da COFINS entrou em vigor, as distribuidoras se anteciparam anunciando outro aumento de preços aos revendedores e estes repassaram a alta ao consumidor final.
Os donos de postos de combustíveis e distribuidoras de gás responsabilizaram as usinas e também apontam o encarecimento do custo de vida como justificativa para as altas.
Chamada de MP da compensação, a medida apresentada pelo governo federal entrou em vigor em 4 de junho e no dia 11, a Justiça Federal concedeu a primeira liminar suspendendo seus efeitos por 90 dias.
A MP 1227 que forçou um aumento nos postos de até 15% foi alterada, mas os postos não retornaram aos valores antigos e as distribuidoras, que teriam reajustados os preços dos produtos mantiveram os aumentos e pelo visto, não há quem controle isso.

 


Fonte: Redação Cornélio Notícias, com informações da CNN Brasil
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