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Após ter que deixar Cornélio Procópio devido a morte do marido, esposa espera por Justiça


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Allan Santana, 25 anos, foi morto por disparo de arma de fogo na madrugada do dia 1 de dezembro de 2021 no Jardim Seminário durante uma confraternização

Foto: Reprodução
Cristiane Letter, concedeu uma entrevista exclusiva ao jornalista Bruno Magalhães da RC 98.1 FM

Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Bruno Magalhães da RC 98.1 FM, Cristiane Letter, esposa de Allan Sérgio Félix Santana, de 25 anos, morto em um suposto acidente com arma de fogo após uma confraternização no Jardim Seminário na madrugada do dia 1 de dezembro de 2021, em Cornélio Procópio, afirmou categoricamente que a morte do marido não foi acidental .

Para saber mais detalhes sobre a morte de Allan,

 

Após mais de um mês do ocorrido, Cristiane diz que por medo, precisou mudar de cidade com seus dois filhos, pois não tinha condições de ficar na antiga casa, visto que era constantemente vigiada por funcionários da empresa onde trabalha o dono da arma que causou a morte de Allan.

O dono da arma, que até então não possuía a histórico policial e vinha sendo procurado, se apresentou na delegacia no dia seguinte do ocorrido (02/12), junto ao seu advogado, onde alegou crime acidental.

Ele entregou a arma, uma pistola de pequeno porte e antiga, contendo numeração, contudo, sem registro legal.

Para Cristiane, o que levanta suspeita, é que o marido, que era querido pelos amigos e pai de família exemplar,  não recebeu socorro por parte de ninguém após ser baleado na casa do proprietário da arma, que ela não conhecia até aquele momento, a não ser dela e da esposa dele, o qual não mostrou qualquer interesse em ajudar, por isso, acredita em assassinato.

Cristiane reclamou da demora por parte das investigações, disse ainda que a família está abalada esperando por Justiça e que o responsável pague o mais rápido possível pela morte de Allan para alívio de todos.

Ela ainda falou das dificuldades que está passando, dependendo da ajuda dos familiares e de amigos que contribuem com donativos, inclusive dinheiro, pois Allan é quem cuidava dos gastos da família.

Após o crime, o delegado adjunto Luciano Purcino, informou a imprensa que um inquérito foi instaurado, seguindo  investigações que devem apurar os fatos para comprovar a versão do autor de disparo acidental, sendo o caso a princípio tratado como imprudência, o que contestam os familiares e a esposa de Allan.

O delegado adjunto também afirmou que comprovado a imprudência por parte do implicado, este pode ser acusado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, porém, nenhuma hipótese será descartada durante as investigações.

 

 

Assista a entrevista exclusiva dada ao jornalista Bruno Magalhães da RC 98.1 FM:

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Fonte: Redação CN Notícias
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