Se no dia cinco de novembro o governador do Paraná, Ratinho Junior, considerou a possibilidade da retirada de obrigatoriedade do uso de máscara no Natal, 25 dias depois o cenário é diferente.
Segundo ele, o surgimento da nova variante do coronavírus, a ômicron, e as dúvidas sobre o impacto dela, fazem com que o momento seja de ter mais paciência.
Reportada na semana passada pelo centro de vigilância da África do Sul, a nova variante ainda é pouco conhecida por cientistas e pesquisadores, mas apresenta muitas mutações e causou um aumento de casos no continente africano.
Conforme o governador afirmou que a intenção era retirar a obrigatoriedade de máscara como um presente do Natal, porém a realidade hoje é outra e medidas sanitárias, com eficácia comprovada, precisam ser mantidas.
"Seria o presente que queríamos dar, porque a máscara, embora estejamos adaptados, incomoda um pouco, mas a decisão na área da Saúde precisa ser dada com cautela. Vou pedir um pouco mais de paciência à população", afirmou.
De acordo com Ratinho Junior, a expectativa da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) é que essa nova variante não venha ao Paraná de maneira tão forte, por conta do alto índice de vacinação, e da atitude da população, que faz a parte dela nos cuidados sanitários.
"O que a gente vê é que a população do Paraná, de forma voluntária, se cuida e usa a máscara, mesmo em local aberto. Temos que aguardar o cenário mundial para tomar uma decisão sobre isso. Se a gente puder tirar a máscara com mais confiança, é melhor", pontuou o governador.
A Sesa monitora seis pessoas que desembarcaram no Paraná e estavam no voo com um brasileiro, com passagem pela África do Sul, que testou positivo para a Covid-19 no domingo (28).
O Ministério da Saúde investiga se o paciente, que apresenta sintomas leves, está contaminado com a variante ômicron, originária do continente africano e que preocupa os cientistas pelo número de mutações.
O uso de máscaras é obrigatório no Paraná desde o dia 28 de abril de 2020. A Lei nº 20.189 prevê multa em caso de descumprimento. A penalização varia entre R$ 106 e R$ 530 para pessoas físicas, e entre R$ 2.120 e R$ 10.600 para empresas.
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