O furto de cabeamento telefônico deixou as 7 cidades do Litoral do Paraná sem acesso ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O crime aconteceu durante o fim de semana e o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Litoral (CISLIPA) recorreu a dois telefones alternativos para manter o serviço.
De acordo com o CISLIPA, a promessa é de que o serviço fosse retomado até o início da tarde de segunda-feira (24), mas até a manhã de terça, o serviço seguia inoperante.
O Consórcio acionou a empresa Oi, responsável pelo cabeamento e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), mas segue aguardando um retorno para o problema.
Ao todo, são cerca de 600 ligações por dia no serviço, que atende as cidades de Paranaguá, Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Morretes, Antonina e Guaraqueçaba.
O SAMU, descreve o Ministério da Saúde, tem como objetivo chegar precocemente à vítima após ter ocorrido alguma situação de urgência ou emergência que possa levar a sofrimento, a sequelas ou mesmo à morte.
São urgências situações de natureza clínica, cirúrgica, traumática, obstétrica, pediátrica, psiquiátrica, entre outras.
Para dar continuidade ao atendimento, o SAMU lançou um telefone alternativo, mas assessoria da Oi que informou que foram enviados técnicos ao local e os serviços já foram restabelecidos.