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Prata histórica, choro de Mayra e lesão feia no Vôlei brasileiro


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Tudo que rolou na noite de quarta-feira (28) e na madrugada e manhã de quinta-feira (29)

Foto: Agências Internacionais
Mayra e Rebeca ganham medalhas da superação e mostram força das mulheres brasileiras

Duas guerreiras que gravaram na madrugada de quinta-feira (29), os nomes na história do esporte brasileiro. Mayra Aguiar e Rebeca Andrade precisaram superar graves lesões nos últimos anos para subir ao pódio das Olimpíadas de Tóquio.

No judô, Mayra conquistou o bronze olímpico pela terceira vez seguida. Ela é a primeira atleta do Brasil a ganhar três medalhas individuais. Para isso, teve que encarar sete cirurgias e nove meses sem poder treinar.

Rebeca também tem um histórico de lesões. A atleta já passou por três cirurgias e quase desistiu de competir. Em Tóquio, ela foi brilhante. Com a prata no individual geral Rebeca se tornou a primeira ginasta do Brasil a ganhar medalhas em Olimpíadas e as mulheres brasileiras ainda mostraram força em outras modalidades. Ana Sátila conseguiu uma inédita final na canoagem slalom, enquanto a dupla Luisa Stephanie e Laura Pigossi vão disputar o bronze no tênis.

Entre os homens, no Vôlei de Pra, Alison e Álvaro Filho avançaram de fase com a vitória por 2 sets a 0 (parciais de 21/14 e 24/22) sobre os holandeses Brouwer e Meeuwsen. Com o resultado, eles terminaram na primeira posição do Grupo D, com cinco pontos (duas vitórias e uma derrota) e avançaram de fase.

Ágatha e Duda derrotaram as canadenses Brandie e Bansley também por 2 a 0 (duplo 21/18), e ficaram no segundo lugar do Grupo C com cinco pontos, atrás das chinesas Wang e Xia, com seis. Os adversários das equipes brasileiras nas oitavas de final no Vôlei de Pra ainda não definidos, por dependerem do encerramento da primeira fase e da realização da repescagem, no sábado.

No Vôlei Feminino o Brasil saiu de quadra de seu duelo contra o Japão com uma mescla de sensações, na terceira rodada do vôlei feminino nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A vitória brasileira por 3 a 0, com parciais de 25/16, 25/18 e 26/24, foi bastante tranquila e encaminhou a vaga do time treinado por José Roberto Guimarães para as quartas de final.

Por outro lado, uma torção feia no pé direito da levantadora Macris, no terceiro set, preocupa. Ela saiu de quadra chorando, foi substituída por Roberta, e não voltou mais à quadra. Sua continuidade no torneio olímpico, desta forma, pode se tornar uma incógnita.

Renato Rezende se classificou para as semifinais do cilcismo BMX de velocidade nas Olimpíadas de Tóquio-2020, que acontecem no dia 30 de julho. O brasileiro terminou na terceira colocação de sua bateria durante as quartas de final com um desempenho consistente. Os quatro melhores de cada bateria se classificaram.

Na Vela, o Brasil teve representantes em quase todas as provas realizadas nesta quinta-feira. As categorias disputadas foram 470 feminino, laser masculino, RS: X feminino, Nacra 17, 49er masculino, Finn e 470 masculino.

O destaque do dia ficou para Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que ganharam a terceira regata na categoria 470 feminino. Mesmo com o bom resultado, as brasileiras terminaram a quarta regata em 10º lugar e caíram para a quinta colocação na classificação. Elas seguem vivas na briga pela corrida da medalha.

Robert Scheidt também velejou. O bicampeão olímpico fez duas regatas e segue na briga por pódio. Atual quarto colocado no geral da categoria laser, o experiente brasileiro ainda tem mais duas provas antes da final, que vale medalha.

Além deles, Patrícia Freitas finalizou as regatas da categoria RS: X. Com os resultados conquistados, a brasileira conseguiu uma vaga na prova das medalhas, mas com sua pontuação não tem mais chances de pódio. Ela é a atual 10ª colocada no geral.

Na categoria Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino fizeram três regatas e estão na 11º posição. No 49er masculino, Marco Grael e Gabriel Borges aparecem em nono.

As duas últimas provas ficaram por conta de Jorge Zarif, que compete na categoria Finn, terminou em quinto e está em 12º no geral. Já Henrique Haddad e Bruno Bethlem estão na disputa do 470 masculino. Eles finalizaram a quarta regata em 17º e, assim como Jorge, são os décimos segundos na classificação da categoria.

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Fonte: Redação CN Notícias, com informações do Portal Uol