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Vereadora denuncia possível superfaturamento na compra de garrafas de plástico


Brasil Net

Segundo a denúncia, prefeitura comprou mil garrafas de plástico por R$ 13 cada.

Foto: Reprodução/RPC
O mesmo tipo de item pode ser adquirido entre R$ 1,59 e R$ 3,79.

A compra de 1.000 unidades de garrafas plásticas de água pela Prefeitura de Uraí (22 Km de Cornélio Procópio), é alvo de uma investigação do Ministério Público do Paraná (MP-PR). De acordo com a denúncia de uma vereadora, o município comprou os objetos por um valor acima do encontrado no mercado.

As garrafas plásticas foram adquiridas pela prefeitura para distribuir em comemoração ao Dia das Crianças. Conforme a licitação, todos os objetos custaram R$ 13 mil.

A representação pela prática de atos de improbidade administrativa foi feita pela vereadora Eliane Maria Ferreira Batista contra o prefeito Carlos Roberto Tamura, secretária municipal de Educação Mayra Ilda de Moraes e três empresários.

"Foi constatado principalmente o superfaturamento na compra dessas garrafinhas e quando tive acesso a toda a documentação da licitação também foi verificado que os orçamentos têm alguns vícios e indícios de irregularidades", explicou a vereadora.

No documento, a parlamentar indica que a prefeitura pagou R$ 13 por garrafa adquirida, mas era possível comprar pela internet o mesmo tipo de item por R$ 1,59 ou R$ 2,66, ou pagar R$ 3,79 se fosse comprado em uma empresa que revende o produto para o consumidor final.

Além disso, a representação aponta que os três orçamentos apresentados pela prefeitura para dispensar a licitação de compra dos produtos tinham os mesmos erros ortográficos e não apresentavam a descrição dos produtos.

A vereadora também aponta na denúncia que o pedido da mercadoria foi emitido no dia 8 de outubro, a nota fiscal para a entrega dos produtos foi emitida no dia 9 de outubro e as garrafas foram entregues no dia 11 de outubro.

Por meio de nota, a Prefeitura de Uraí informou que a licitação para aquisição de garrafas de água é um procedimento administrativo e, que ao verificar equívocos nos valores, a atual administração tomou precauções e suspendeu o pagamento.

A administração municipal informou que abriu uma procedimento de auditoria e controle interno, para analisar eventual responsabilização pessoal de caráter culposo ou doloso.

 


Fonte: *Redação Cornélio Notícias, com informações do G1/PR
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