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Obras do Parque Tecnológico da UTFPR em Cornélio Procópio devem começar em abril


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A informação é do diretor do campus da UTFPR, Marcio Jacometti

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Foto: Divulgação
O investimento inicial na obra é de R$ 2 milhões

A construção do Parque Científico e Tecnológico da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) deve ter início em abril deste ano. Conforme o diretor do campus de Cornélio Procópio, Marcio Jacometti (foto), em 15 de fevereiro foi lançado o edital para contratação da empresa que fará o bloco administrativo, pelo valor de R$ 2 milhões. "Se tudo correr dentro da normalidade, no início de abril será divulgada a vencedora da licitação e as obras devem começar em seguida."

A pedra fundamental foi lançada na última sexta-feira (23), com a presença do governador Beto Richa (PSDB) e outras autoridades. A previsão é construir a parte estrutural do prédio em um ano. Em 2019 deve ser liberado R$ 1,9 milhão pelo Governo Federal para a continuidade do projeto (a verba está garantida por emenda parlamentar). O prédio deve ser concluído em 2020, com um orçamento de R$ 7 milhões. "Deputados que estão nos auxiliando, como Nelson Padovani (PSDB), prometeram buscar recursos para finalizar essa primeira etapa", diz Jacometti.

O projeto grandioso, que será construído em um terreno de aproximadamente seis alqueires às margens da BR-369, na saída para Santa Mariana, prevê blocos para área de incubação de empresas, centro de pesquisa, condomínio empresarial, centro de convivência, anfiteatro e lotes que serão cedidos a empresas. "O orçamento total é de R$ 100 milhões. Pretendemos concluir o projeto para inclusão das empresas em 10 anos", afirma o diretor.

Criada com a intenção de fomentar empresas de tecnologia, fornecendo conhecimento da universidade e de entidades parceiras, como SEBRAE e UENP, o diferencial da Incubadora, segundo Jacometti, é localizar-se dentro de uma entidade promotora de tecnologia, com infraestrutura sólida, podendo agregar pesquisadores ao seu banco de serviços.

Em Cornélio Procópio o foco é nas áreas de mecânica, software, elétrica, automação e biotecnologia. O prazo máximo de incubação é de até dois anos, podendo ser prorrogado por mais um, salvo áreas específicas, as quais exigem um tempo de maturação tecnológica maior.

Atualmente a Incubadora da UTFPR possui quatro projetos incubados e 12 empresas startups, gerando 60 postos de trabalho, com faturamento anual em torno de R$ 1 milhão. "A intenção é iniciar o parque com as empresas incubadas, e também fazer contrato de cessão de terrenos para instituições com bons projetos na área de inovação."

Entre os casos de sucesso estão a Forlogic Software, que está em Cornélio Procópio ofertando cerca de 66 postos de trabalho; a Oktagon Games, que desenvolve jogos para entretenimento, com sede no Rio de Janeiro e um estúdio em Londrina; e a Solution 4 Web, que cria sites e presta consultorias na área de marketing digital. "Queremos que o parque se transforme, no futuro, em um centro irradiador de tecnologia, servindo de base para empresas que querem investir em ciência, gerando empregos de boa qualidade e renda para toda a região", argumenta Jacometti.

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Fonte: *Redação Cornélio Notícias, com texto de Rubia Pimenta, para o jornal Folha de Londrina
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