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Família encontrada morta no Paraná


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Moradores relataram à Polícia Militar que sentiram falta da família e perceberam que os três não eram vistos havia aproximadamente três dias

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Foto: Divulgação/Banda B
As vítimas foram identificadas como Claudia Hitomi Shimada, 57, Marcos, 50 e Rafael Furuyama, 21

.As polícia Civil e a Polícia Militar investigam a morte de três pessoas encontradas dentro de um apartamento na Rua Guilherme Pugsley, no bairro Água Verde, em Curitiba, na noite de terça-feira (25).

As vítimas foram identificadas como Claudia Hitomi Shimada Furuyama, de 57 anos, Marcos Furuyama, de 50, e Rafael Furuyama, de 21 anos.

Segundo informações da Polícia Militar e da Polícia Civil, os três apresentavam ferimentos na região do peito e da barriga, compatíveis com golpes de arma branca.

No imóvel, os peritos recolheram uma faca e um punhal, que serão submetidos à perícia.

O delegado Ivo Viana afirmou que ainda é cedo para determinar como as mortes aconteceram.

“Todos eles com ferimentos compatíveis com arma branca. Agora vamos aguardar o resultado dos exames periciais. É muito cedo para adiantar como os fatos aconteceram dentro do imóvel”.

Moradores relataram que a família não era vista havia aproximadamente três dias.

Após tentativas de contato sem resposta, os síndicos acionaram a Polícia Militar e um chaveiro para abrir o apartamento.

Os três corpos foram encontrados em quartos separados do imóvel.

Segundo o tenente-coronel Serbena, comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, a chave estava pelo lado de dentro da porta.

“Realmente foi uma tragédia porque a chave estava lá de dentro da porta”.

Testemunhas informaram à polícia que a família enfrentava dificuldades financeiras e que o apartamento estaria em processo de penhora.

Até o momento, porém, não existe confirmação oficial de que essa situação tenha relação direta com as mortes.

A Polícia Civil trata essa informação apenas como um dos elementos que serão analisados durante a investigação.

Os investigadores aguardam os resultados dos exames de necropsia, da perícia realizada no apartamento e das análises de material genético para reconstruir a dinâmica das mortes.

Além disso, imagens de câmeras de segurança do condomínio serão analisadas para identificar quem entrou ou saiu do imóvel nos últimos dias.

A Polícia Civil também pretende ouvir familiares, vizinhos e pessoas próximas às vítimas para esclarecer o caso.

Investigação segue sem conclusão sobre a dinâmica das mortes

Até o momento, a Polícia Civil não confirmou quando as mortes ocorreram nem como os fatos se desenrolaram dentro do apartamento.

A definição da linha investigativa dependerá dos laudos periciais e dos depoimentos que ainda serão colhidos durante o andamento do inquérito.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações do Portal Banda B
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