O cantor e compositor Peppino di Capri, um dos nomes mais expressivos da história da música italiana, morreu na manhã do sábado (11) aos 86 anos. O artista faleceu na ilha de Capri, na Itália, local onde nasceu e que inspirou seu nome artístico.
A causa do falecimento não foi divulgada, mas o músico já se encontrava afastado dos palcos nos últimos meses devido a problemas de saúde.
Nascido Giuseppe Faiella, o músico completaria 87 anos no próximo dia 27 de julho. Ele deixa três filhos: Arrigo, conhecido como Igor, fruto de seu primeiro casamento, além de Edoardo e Dario.
Peppino di Capri construiu uma trajetória de mais de seis décadas e consolidou-se como um dos artistas mais populares e influentes de seu país.
Sua carreira ganhou projeção nacional e internacional em 1958, quando lançou o sucesso "Malatia" ao lado da banda Rockers. Ao longo de sua caminhada, o cantor emplacou clássicos eternos no repertório romântico e pop, como "Roberta", "Champagne", "Let’s Twist Again", "Nessuno al Mondo", "E Mo e Mo", "Amare di Meno" e "Il sognatore".
Já no domingo (12), no Brasil, faleceu ator Rui Rezende, eternizado pelo papel do Lobisomem na novela "Roque Santeiro", aos 88 anos.
A causa da morte não foi divulgada, mas o artista estava internado em um hospital no Rio de Janeiro há cerca de dez dias. A informação foi confirmada pelo Retiro dos Artistas, instituição onde ele vivia desde 2019.
Nas redes sociais, a morte do veterano gerou comoção entre colegas de profissão. Nomes como Ary Fontoura, Marcos Palmeira, Miguel Falabella, José de Abreu, Drica Moraes, Paulo Betti e Beth Goulart prestaram homenagens, lembrando o talento e a personalidade marcante do ator, além de agradecerem por sua contribuição à arte brasileira.
O grande marco da carreira de Rui Rezende foi o professor Astromar Junqueira, na novela "Roque Santeiro" (1985), da TV Globo. Na trama, o personagem era presidente do Centro Cívico de Asa Branca, apaixonado por Mocinha, interpretada por Lucinha Lins, e alvo de boatos que se confirmaram sobre ele ser um lobisomem.
Além de "Roque Santeiro", Rezende construiu uma longa e sólida trajetória na televisão e no cinema entre as décadas de 1960 e 2020.
Na TV, integrou o elenco de produções como "O Espigão" (1974), "O Casarão" (1976), "O Bem-Amado" (1981), "A História de Ana Raio e Zé Trovão" (1990), "Incidente em Antares" (1994), "Meu Bem Querer" (1998) e "Bang Bang" (2006).
Seus últimos trabalhos na telinha foram participações na novela "Um Lugar Ao Sol" e na série "Bom Dia, Verônica", ambas em 2021. Já no cinema, destacou-se em longas como "Menino Maluquinho 2" (1998), "Narradores de Javé" (2003), "Noel - Poeta da Vila" (2006), "A Grande Família - O Filme" (2007) e "O Segredo dos Diamantes" (2014).

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