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Empresa de trens de São Paulo planeja ligação ferroviária com o Paraná


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A ferrovia entre Cajati e Curitiba consta em plano estratégico da CPTM

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Foto: Ilustrativa/CN
Essa possibilidade consta no Plano Estratégico Ferroviário do Estado de São Paulo

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos apresentou uma perspectiva de expandir a malha ferroviária para além do estado de São Paulo e conectar a capital paulista a Curitiba, no Paraná.

Essa possibilidade consta no Plano Estratégico Ferroviário do Estado de São Paulo, divulgado no Relatório Integrado da CPTM de 2025 e que lança premissas para projetos futuros, levando em conta traçados, infraestrutura e custos de implantação e operação.

O plano ferroviário de expansão será entregue e detalhado no segundo semestre de 2026, mas os estudos iniciais indicam que a conexão entre São Paulo e Curitiba seria viabilizada após a conclusão da ligação entre Santos e Cajati,

São 233,6 quilômetros e 13 estações em um ramal já existente e que está fora de uso. A ideia da CPTM é usar a linha para transporte de passageiros e de cargas.

A ligação com Curitiba, segundo o mapa da CPTM, partiria de Cajati, no Vale do Ribeira, antes de chegar à capital paranaense e haveria paradas em pelo menos três cidades: Barra do Turvo (SP), Campina Grande do Sul (PR) e Colombo (PR).

Esse traçado não existe atualmente e é classificado como uma obra greenfield, que terá de ser construída integralmente. O ramal seguiria, em partes, paralelamente à BR-116, a principal ligação rodoviária entre São Paulo e Curitiba.

Na capital paranaense, dependendo das características da linha, poderia se conectar ao ramal que vai até o porto de Paranaguá. Isso significaria uma ligação entre Santos e Paranaguá por trem.

Não há previsão de quando esse ramal seria implantado, mas a CPTM trabalha com o ano de 2050 como horizonte.

"O plano identifica corredores estratégicos destinados a conectar polos regionais e otimizar a logística estadual, servindo como a base técnica indispensável para a priorização de investimentos e a orientação de políticas públicas de mobilidade até 2050", explica a companhia no relatório.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações do portal da Gazeta do Povo
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