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Conta de luz no Paraná terá reajuste em junho e sem justificativa plausível


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A ANEEL discute uma correção de 19,15% na tarifa

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Foto: Ilustrativa/CN
O novo reajuste deverá entrar em vigor a partir de 24 de junho

A partir de 24 de junho, a conta de luz no Paraná terá reajuste. O que ainda não está definido é de quanto será esta correção no valor da tarifa.

Em consulta pública aberta pela Agência Nacional de Energia Elétrica, na última quarta-feira (8), o patamar de reajuste analisado é de alta de 19,15% na tarifa de energia da Companhia Paranaense de Energia Elétrica para consumidores residenciais urbanos.

A proposta inclui ainda índices de aumento para unidades consumidoras no meio rural (18,85%) e de alta tensão, como indústrias e supermercados (19,55%, em média).

A discussão da revisão tarifária periódica segue aberta até 22 de maio, no site da Aneel.

Uma audiência pública presencial está agendada para 29 de abril em Curitiba. Após a etapa de consulta, o novo reajuste deverá entrar em vigor a partir de 24 de junho de 2026.

Segundo a ANEEL, a revisão tarifária periódica redefine custos eficientes, metas de qualidade e perdas, além de componentes que influenciam diretamente o valor final da tarifa. É diferente do reajuste anual, que atualiza valores com base na inflação e fatores contratuais.

A fase de contribuições da sociedade para discutir a revisão tarifária periódica será realizada de forma on-line até o dia 22 de maio, por meio do site da ANEEL.

Também está prevista uma audiência pública presencial em Curitiba daqui a duas semanas, no dia 29 de abril. Após a etapa de consulta, o novo reajuste deverá entrar em vigor a partir de 24 de junho de 2026.

Segundo a Aneel, a revisão tarifária periódica redefine custos eficientes, metas de qualidade e perdas, além de componentes que influenciam diretamente o valor final da tarifa. É diferente do reajuste anual, que atualiza valores com base na inflação e fatores contratuais.

Copel solicitou adiamento de parte do reajuste na conta de luz

A Copel, em nota, informou que solicitou à Aneel o adiamento de parte do reajuste, com o objetivo de reduzir o impacto aos consumidores. Segundo a companhia, caso o índice integral fosse aplicado neste momento, o aumento chegaria a 26%.

O estudo que embasa a proposta foi elaborado pela Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica da ANEEL, com base em dados fornecidos pela própria Copel.

A companhia atende cerca de 5,23 milhões de unidades.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações do Portal Bem Paraná
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