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Campanha alerta sobre assédio e discriminação


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Outra campanha nacional que ganhou as redes sociais neste carnaval é a do Bloco do Respeito

Foto: Ilustrativa
A mobilização digital busca prevenir situações de assédio e outras violências

Carnaval, sim, mas, assédio, desrespeito e violações de direitos não terão passagem nas avenidas. É o que pregam duas campanhas de conscientização específicas para o período, lançadas pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O cantor e compositor Saulo Fernandes é o embaixador da campanha federal. No jingle da ação, em ritmo de pagode baiano, o artista convoca os foliões para ingressarem no Bloco do Disque 100 e denunciar possíveis casos de violações de direitos humanos.
“Se você souber de qualquer violação de direitos humanos, denuncie. Disque 100”, diz a letra do jingle na campanha.
O Disque 100 é gratuito e pode ser acionado pelo site oficial, pelo Telegram e pelo WhatsApp (61) 99611-0100.
Entre as violações que devem ser combatidas, estão a violência sexual contra crianças e adolescentes, abuso e/ou venda de álcool e outras drogas, trabalho infantil, situações de negligência e desaparecimento de pessoas.
As mensagens publicitárias serão postadas nas redes sociais do ministério.
Aos interessados em participar da campanha Respeito e Cuidado, o MDHC também disponibiliza gratuitamente as peças para download, no site da pasta, com arquivos prontos para confeccionar bandanas, camisetas, cartazes, leques, tatuagem e até fitinhas com a frase “Cuidado, Respeito e Diversão na Avenida”.
Em 2023, das 430 mil denúncias recebidas pelo Disque 100, 228 mil (53,14%), eram referentes à violência contra crianças e adolescentes, com 1,3 milhão de violações de direitos humanos.
O número de denúncias recebidas é 45% maior do que 2022
Outra campanha nacional que ganhou as redes sociais neste carnaval é a do “Bloco do Respeito”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incentiva a curtição sem assédio e com respeito à diversidade.
Até 17 de fevereiro, a mobilização digital busca conscientizar e prevenir situações de assédio e outras violências, durante as festividades.
A iniciativa está focada na segurança e bem-estar dos foliões durante o carnaval e as postagens divulgam frases como “Respeito, Diversidade e Inclusão, com esse trio a diversão está garantida”.
Nas redes sociais do CNJ, ao lado de tribunais de justiça estaduais e superiores, os posts enfatizam a importância da igualdade e do respeito aos direitos de todas as pessoas, independentemente da origem, raça, gênero ou orientação sexual.
Outro mote da campanha é a referência ao movimento “Não é Não! ”, para prevenir o constrangimento e a violência contra mulheres.
A hasta #BlocoDoRespeito ainda traz informações sobre serviços oferecidos aos foliões pelo Poder Judiciário para busca de ajuda; e as consequências sobre condutas ilegais, principalmente, aquelas relacionadas ao assédio e outras violências.
Para contribuir para a diminuição do assédio, da violência e de infrações no período do Carnaval, o CNJ apostou em parcerias com artistas e influenciadores brasileiros, com a cantora baiana Daniela Mercury e o DJ e produtor musical Alok, ambos embaixadores do Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário e apoiadores do #BlocoDoRespeito do CNJ.

 

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Fonte: Redação Cornélio Notícias, com informações da Agência Brasil
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