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Ação cumpre 15 mandados de prisão contra organização que atua dentro e fora de presídios no PR e SP


Brasil Net

A operação cumpriu ordens em Londrina, Carlópolis, Bandeirantes, Francisco Alves, Ivaiporã e também em Bauru, no interior de São Paulo

Foto: Ilustrativa
Mesmo presos, alguns dos alvos determinavam a prática de ações ilícitas

Quinze mandados de prisão foram cumpridos em uma operação contra uma organização criminosa que atua dentro e fora dos presídios no Paraná, na terça-feira (5). As ordens foram cumpridas em Londrina, Carlópolis, Bandeirantes, Francisco Alves e Ivaiporã, no Paraná, e também em um presídio que fica em Bauru, no interior de São Paulo.

A ação é resultado de investigações realizadas pela Polícia Militar, Ministério Público do Paraná (MP-PR) e Departamento Penitenciário desde outubro de 2020. Os alvos são responsáveis pelo tráfico de drogas e, mesmo presos, determinam as ações ilícitas devem ser realizadas.

Segundo a força tarefa, foram autorizados o cumprimento de 17 mandados de prisão, mas dois alvos não foram localizados e são considerados foragidos. Os policiais também cumpriram 17 ordens de busca e apreensão.

Antes da deflagração desta operação, foram presas 15 pessoas em flagrante e sete por força de mandados expedidos pela Justiça.

Ao longo das investigações, também foram apreendidos 11 quilos de cocaína, 1,3 quilo de crack e 3,2 quilos de maconha, além de armas de fogos, cápsulas de munição, um veículo, anotações de contabilidade e controle de estoque de drogas.

Dos 15 mandados de prisão, 13 foram cumpridos contra pessoas que estavam presas, 12 delas em cadeias do Paraná.

Com mais essas prisões, a operação espera identificar e reduzir as fontes financeiras da organização e impedir que a cúpula do grupo continue administrando a venda de drogas.

"As provas obtidas durante a investigação e apreendidas hoje vão corroborar e confirmar tudo o que já foi produzido. O Ministério Público tem absoluta certeza de que esses alvos de hoje são figuras importantes nesta organização", explicou o promotor Jorge Barreto.

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Fonte: *Redação Cornélio Notícias, com informações do G1 Paraná